Candidato a deputado estadual voltou a criticar o alto custo da energia elétrica e questionou atuação de representantes diante de benefício fiscal bilionário concedido à empresa
Porto Velho, RO - “Isso é coerência?”. Foi com essa pergunta que o vereador de Porto Velho pelo terceiro mandato e candidato a deputado estadual pelo PSD, Everaldo Fogaça, colocou em debate a questão energética de Rondônia durante reunião realizada na noite da última quarta-feira (16), no bairro Lagoinha, em Porto Velho, com a liderança política Evandro.
Ao ser questionado sobre os valores considerados elevados das tarifas de energia elétrica no estado e sobre a atuação da empresa fornecedora, Fogaça voltou a criticar a situação e questionou a decisão envolvendo a anistia e a remissão de grande parte da dívida de ICMS da Energisa, medida que, segundo os dados apresentados no debate, representou uma renúncia fiscal estimada em mais de R$ 2 bilhões.
“Nós somos o estado fornecedor de energia e, mesmo assim, pagamos uma tarifa alta de energia. Isso não está certo”, afirmou Fogaça.
Fogaça disse que, ao escolher vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores, a população espera que seus representantes atuem de forma coerente e defendam os interesses da sociedade.
“Quando você coloca algum cidadão lá na Câmara Municipal, lá na Assembleia, na Câmara Federal, no Senado e em qualquer órgão de representação, você quer que ele seja, no mínimo, coerente”, declarou.
“Sempre defendo o lado da população”
Na sequência, Fogaça citou sua atuação na Câmara Municipal de Porto Velho como exemplo de posicionamento que, segundo ele, busca priorizar os interesses da população.
“Sempre defendo o lado da população. Vereador pode muito, mas, se ele não atrapalhar a vida da população, já está fazendo muito”, afirmou.
Como exemplo, o candidato mencionou a discussão sobre o aumento do IPTU ocorrida em 2023. Segundo Fogaça, a proposta apresentada à Câmara Municipal previa reajustes que poderiam chegar a 40%, provocando forte reação entre moradores, principalmente entre famílias de menor renda.
De acordo com o vereador, a discussão se transformou em um dos momentos de maior tensão no Legislativo municipal naquele período, diante da pressão política pela aprovação da medida e da mobilização de moradores contrários ao aumento.
“A população, do outro lado, reclamando e não querendo o aumento do IPTU, de 5% a 40%. Quem ia pagar muito caro por isso seriam, principalmente, as pessoas de baixo rendimento”, relatou.
Fogaça afirmou que participou da mobilização dentro da Câmara Municipal e esteve entre os vereadores que se posicionaram contra a proposta.
“Começou-se um movimento popular, foi para a Câmara Municipal e eu fui um dos vereadores. Fizemos o requerimento e votamos contra esse aumento de IPTU municipal”, declarou.
Para Fogaça, o episódio representa a importância de o parlamentar manter uma posição diante de medidas que possam afetar diretamente o orçamento das famílias.

Na sequência, Fogaça citou sua atuação na Câmara Municipal de Porto Velho como exemplo de posicionamento que, segundo ele, busca priorizar os interesses da população.
“Sempre defendo o lado da população. Vereador pode muito, mas, se ele não atrapalhar a vida da população, já está fazendo muito”, afirmou.
Como exemplo, o candidato mencionou a discussão sobre o aumento do IPTU ocorrida em 2023. Segundo Fogaça, a proposta apresentada à Câmara Municipal previa reajustes que poderiam chegar a 40%, provocando forte reação entre moradores, principalmente entre famílias de menor renda.
De acordo com o vereador, a discussão se transformou em um dos momentos de maior tensão no Legislativo municipal naquele período, diante da pressão política pela aprovação da medida e da mobilização de moradores contrários ao aumento.
“A população, do outro lado, reclamando e não querendo o aumento do IPTU, de 5% a 40%. Quem ia pagar muito caro por isso seriam, principalmente, as pessoas de baixo rendimento”, relatou.
Fogaça afirmou que participou da mobilização dentro da Câmara Municipal e esteve entre os vereadores que se posicionaram contra a proposta.
“Começou-se um movimento popular, foi para a Câmara Municipal e eu fui um dos vereadores. Fizemos o requerimento e votamos contra esse aumento de IPTU municipal”, declarou.
Para Fogaça, o episódio representa a importância de o parlamentar manter uma posição diante de medidas que possam afetar diretamente o orçamento das famílias.
Energia elétrica no centro do debate
Ao retomar a questão energética, Fogaça defendeu que os representantes públicos precisam discutir medidas que possam reduzir o impacto da tarifa sobre os consumidores de Rondônia. O candidato vem colocando o custo da energia elétrica entre os temas que pretende levar para o debate na Assembleia Legislativa caso seja eleito.
A fala faz parte da série de encontros que Fogaça vem realizando em bairros de Porto Velho, ouvindo lideranças e moradores e apresentando temas que pretende levar para o debate estadual.
Ao retomar a questão energética, Fogaça defendeu que os representantes públicos precisam discutir medidas que possam reduzir o impacto da tarifa sobre os consumidores de Rondônia. O candidato vem colocando o custo da energia elétrica entre os temas que pretende levar para o debate na Assembleia Legislativa caso seja eleito.
A fala faz parte da série de encontros que Fogaça vem realizando em bairros de Porto Velho, ouvindo lideranças e moradores e apresentando temas que pretende levar para o debate estadual.

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