
Encontro entre Putin e Zelensky parece cada vez mais distante. Fotos: Ilya PITALEV e Handout / various sources / AFP
Porto Velho, RO - A Rússia lançou, contra várias cidades e regiões da Ucrânia, um dos ataques mais amplos de toda a guerra na madrugada desta terça-feira 2, no qual utilizou 73 mísseis de vários tipos, incluindo 33 balísticos, e 656 drones de longo alcance, segundo autoridades ucranianas. Ao menos 11 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas nos bombardeios.
De acordo com a força aérea ucraniana, os principais alvos foram Kiev, a cidade central de Dnipro e as cidades orientais de Poltava, Kharkiv e Zaporíjia.
As forças de defesa aérea da Ucrânia comunicaram terem destruído ou neutralizado 40 mísseis e 602 drones. Foram registrados impactos de 30 mísseis balísticos, três mísseis de cruzeiro e 33 drones em pelo menos 38 locais. Detritos de drones destruídos caíram em 15 locais, segundo a força aérea.
Mortes e destruição
Ao menos quatro pessoas morreram em Kiev e 63 ficaram feridas, incluindo três crianças, comunicou o serviço de emergência estatal da Ucrânia. Edifícios residenciais e outras infraestruturas civis foram danificados em oito áreas da capital.
Na região central de Dnipropetrovsk, ao menos seis pessoas morreram e outras 36 ficaram feridas depois de ataques russos terem atingido a cidade de Dnipro, segundo o serviço de emergência. Um segundo ataque, quando os socorristas chegaram ao local, matou um deles.
Em Kharkiv, ao menos 14 pessoas ficaram feridas, e casas e carros foram danificados. Um edifício residencial de dois andares e parte de um bloco de apartamentos de quatro andares foram danificados, com pessoas presas sob os escombros do bloco.
Em Kiev, na área de Podilskyi, ocorreram danos parciais nos andares superiores de um edifício de nove andares, deixando pessoas presas sob os escombros.
As operações de resgate estavam em curso às primeiras horas da manhã desta terça-feira, mesmo com o alerta de ataque aéreo ainda em vigor.
Rússia confirma ataques
As Forças Armadas russas confirmaram os ataques, que descreveram como “um ataque massivo com armas aéreas, terrestres e marítimas de longo alcance e precisão, incluindo mísseis hipersônicos e drones”.
Segundo os militares russos, os alvos eram “instalações do complexo industrial militar, infraestruturas de combustível e de transporte ucranianas utilizadas pelo exército ucraniano e campos de aviação militares”.
Eles disseram que o ataque alcançou seu objetivo e que todos os alvos foram atingidos.
Trata-se da primeira ofensiva desta magnitude lançada pelas forças do Kremlin depois de Moscou anunciar, no fim de maio, o início iminente de uma campanha de ataques a centros de tomada de decisão do Estado ucraniano.
No dia anterior, o presidente russo, Vladimir Putin, alertou que, após o ataque ucraniano contra uma residência estudantil em Lugansk em 22 de maio, no qual 21 pessoas morreram, incluindo menores de idade, a guerra na Ucrânia havia passado para uma nova fase.
Dois dias após o ataque contra a residência estudantil, as Forças Armadas russas lançaram um amplo ataque que incluiu mísseis balísticos, de cruzeiro e também hipersônicos, além de mil drones, e anunciaram uma campanha de bombardeios contra os centros de comando e as empresas da indústria militar em Kiev.
Além disso, as autoridades russas pediram aos cidadãos estrangeiros e ao pessoal diplomático que abandonem a capital ucraniana o quanto antes.
Fonte: Carta Capital
Ao menos quatro pessoas morreram em Kiev e 63 ficaram feridas, incluindo três crianças, comunicou o serviço de emergência estatal da Ucrânia. Edifícios residenciais e outras infraestruturas civis foram danificados em oito áreas da capital.
Na região central de Dnipropetrovsk, ao menos seis pessoas morreram e outras 36 ficaram feridas depois de ataques russos terem atingido a cidade de Dnipro, segundo o serviço de emergência. Um segundo ataque, quando os socorristas chegaram ao local, matou um deles.
Em Kharkiv, ao menos 14 pessoas ficaram feridas, e casas e carros foram danificados. Um edifício residencial de dois andares e parte de um bloco de apartamentos de quatro andares foram danificados, com pessoas presas sob os escombros do bloco.
Em Kiev, na área de Podilskyi, ocorreram danos parciais nos andares superiores de um edifício de nove andares, deixando pessoas presas sob os escombros.
As operações de resgate estavam em curso às primeiras horas da manhã desta terça-feira, mesmo com o alerta de ataque aéreo ainda em vigor.
Rússia confirma ataques
As Forças Armadas russas confirmaram os ataques, que descreveram como “um ataque massivo com armas aéreas, terrestres e marítimas de longo alcance e precisão, incluindo mísseis hipersônicos e drones”.
Segundo os militares russos, os alvos eram “instalações do complexo industrial militar, infraestruturas de combustível e de transporte ucranianas utilizadas pelo exército ucraniano e campos de aviação militares”.
Eles disseram que o ataque alcançou seu objetivo e que todos os alvos foram atingidos.
Trata-se da primeira ofensiva desta magnitude lançada pelas forças do Kremlin depois de Moscou anunciar, no fim de maio, o início iminente de uma campanha de ataques a centros de tomada de decisão do Estado ucraniano.
No dia anterior, o presidente russo, Vladimir Putin, alertou que, após o ataque ucraniano contra uma residência estudantil em Lugansk em 22 de maio, no qual 21 pessoas morreram, incluindo menores de idade, a guerra na Ucrânia havia passado para uma nova fase.
Dois dias após o ataque contra a residência estudantil, as Forças Armadas russas lançaram um amplo ataque que incluiu mísseis balísticos, de cruzeiro e também hipersônicos, além de mil drones, e anunciaram uma campanha de bombardeios contra os centros de comando e as empresas da indústria militar em Kiev.
Além disso, as autoridades russas pediram aos cidadãos estrangeiros e ao pessoal diplomático que abandonem a capital ucraniana o quanto antes.
Fonte: Carta Capital


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