
A proibição vale pelos próximos dois anos e foi determinada pela Justiça Eleitoral - Foto: Reprodução/Redes Sociais
Porto Velho, RO - O influenciador Pablo Marçal, que foi candidato à prefeitura de São Paulo pelo PRTB em 2024, está proibido de frequentar bares, boates e casas de prostituição pelos próximos dois anos. O veto curioso foi definido como parte de um acordo maior, firmado pelo ex-coach para suspender um processo na Justiça Eleitoral.
Tudo começou no contexto da campanha à prefeitura da capital paulista em 2024. Perto da votação do primeiro turno, Marçal acusou o então candidato do PSOL, Guilherme Boulos (atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República), de ser consumidor de cocaína e chegou a apresentar um laudo falso para “comprovar” a denúncia.
O caso foi parar no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TSE-SP) após denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE). Além de Marçal, também foram acusados o advogado Tassio Botelho, um dos integrantes da equipe de defesa do influenciador; e o proprietário da clínica onde o laudo falso teria sido emitido, Luiz Teixeira da Silva Júnior.
O próprio MPE propôs a Suspensão Condicional do Processo, benefício que prevê que os réus cumpram determinadas condições para encerrar a possibilidade de condenação. Isso só é possível para crimes com pena mínima igual ou inferior a um ano de prisão.
Em decisão assinada pela juíza Maria Elizabeth de Oliveira Bortoloto, o TRE-SP confirmou que Marçal e Botelho aceitaram a proposta e, por isso, dentre outras medidas determinou a proibição de frequentar bares, boates e casas de prostituição pelos próximos dois anos. As demais condições são o comparecimento perante a Justiça a cada três meses e o pagamento de multas de 5 mil reais. Marçal e Botelho, também como parte do acordo, estão proibidos de se ausentarem da comarca de Barueri sem autorização judicial.
CartaCapital entrou em contato com a defesa de Pablo Marçal e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestações.
A assinatura do acordo foi celebrada por Boulos nas redes sociais. “Não vai poder ir a bares. Não vai poder sair da cidade sem autorização. Vai ter que ir ao Fórum para assinar. A Justiça começou a ser feita por toda a sujeira que Marçal fez nas eleições de SP. É só o começo. Aqui se faz, aqui se paga!”, escreveu.
Silva Júnior negou o acordo, o que faz com que o processo contra ele siga aberto.
Fonte: Carta Capital
Tudo começou no contexto da campanha à prefeitura da capital paulista em 2024. Perto da votação do primeiro turno, Marçal acusou o então candidato do PSOL, Guilherme Boulos (atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República), de ser consumidor de cocaína e chegou a apresentar um laudo falso para “comprovar” a denúncia.
O caso foi parar no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TSE-SP) após denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE). Além de Marçal, também foram acusados o advogado Tassio Botelho, um dos integrantes da equipe de defesa do influenciador; e o proprietário da clínica onde o laudo falso teria sido emitido, Luiz Teixeira da Silva Júnior.
O próprio MPE propôs a Suspensão Condicional do Processo, benefício que prevê que os réus cumpram determinadas condições para encerrar a possibilidade de condenação. Isso só é possível para crimes com pena mínima igual ou inferior a um ano de prisão.
Em decisão assinada pela juíza Maria Elizabeth de Oliveira Bortoloto, o TRE-SP confirmou que Marçal e Botelho aceitaram a proposta e, por isso, dentre outras medidas determinou a proibição de frequentar bares, boates e casas de prostituição pelos próximos dois anos. As demais condições são o comparecimento perante a Justiça a cada três meses e o pagamento de multas de 5 mil reais. Marçal e Botelho, também como parte do acordo, estão proibidos de se ausentarem da comarca de Barueri sem autorização judicial.
CartaCapital entrou em contato com a defesa de Pablo Marçal e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestações.
A assinatura do acordo foi celebrada por Boulos nas redes sociais. “Não vai poder ir a bares. Não vai poder sair da cidade sem autorização. Vai ter que ir ao Fórum para assinar. A Justiça começou a ser feita por toda a sujeira que Marçal fez nas eleições de SP. É só o começo. Aqui se faz, aqui se paga!”, escreveu.
Silva Júnior negou o acordo, o que faz com que o processo contra ele siga aberto.
Fonte: Carta Capital


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