Caracas e Havana mantêm uma relação de cooperação estreita e de longa data em setores como defesa, saúde e educação


O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Fotos: Kamil Kaczynski e Frederico Parra/AFP

Porto Velho, RO - Cuba divulgou, nesta terça-feira 6, os nomes de 32 soldados mortos no ataque dos Estados Unidos a Caracas, que levou à captura do presidente deposto Nicolás Maduro, um dia depois de o Exército da Venezuela informar 23 militares falecidos.

Maduro foi capturado no último sábado 3, juntamente com sua esposa, Cilia Flores. Ambos estão em Nova York, onde se declararam inocentes das acusações de narcotráfico e terrorismo.

O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, afirmou no domingo que a equipe de segurança de Maduro foi assassinada “a sangue frio” pelas tropas americanas, que bombardearam a capital e outros três estados do país.

A mídia oficial da ilha publicou uma lista dos militares cubanos mortos: 21 pertenciam ao Ministério do Interior, incluindo três oficiais de alta patente (dois coronéis e um tenente-coronel).

Os 11 restantes eram integrantes das Forças Armadas Revolucionárias, em sua maioria soldados.

Do lado venezuelano, o Exército publicou obituários em sua conta do Instagram na segunda-feira para 23 militares, incluindo cinco almirantes, 16 sargentos de diversas patentes e dois soldados.

Cuba e Venezuela mantêm uma relação de cooperação estreita e de longa data em setores estratégicos como defesa, saúde e educação.

Fonte: Carta Capital