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| Foto: Getty Images |
O próprio Carlo Ancelotti deixou as portas abertas para que o atacante volte a vestir a camisa do Brasil. Por outro lado, evidenciou que é preciso resolver o problema de pouca minutagem com o Real Madrid para que volte ao radar de convocados. A partida de janeiro, a previsão é de que o cenário mude.
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Real e Lyon mantêm mistério a respeito das condições do acerto. O que é sabido é que o clube espanhol não pretende se desfazer definitivamente de Endrick e o empréstimo não terá opção de compra. Verbalmente, as partes tratam o acordo como selado e o entorno do brasileiro já busca opções de moradia na cidade francesa.
Apesar dos clubes já trabalharem nas minutas de contrato, o vínculo só será assinado mais perto da abertura da janela de transferências, em 1º de janeiro. A negociação conta com gatilhos que permitem o Real a não liberar ou trazer Endrick de volta em caso de urgência por lesões dos atacantes enquanto a janela estiver aberta.
O Lyon ocupa a sétima colocação no Campeonato Francês e também na Liga Europa. A falta de gols é um problema evidente no início da temporada da equipe, com o tcheco Pavel Sulc como artilheiro com apenas cinco gols. Cenário ideal para um centroavante que precisa de sequência e voto de confiança para apresentar o que dele se espera.
Com a sinalização de saída na busca por oportunidades, clubes de prateleiras acima no cenário europeu fizeram sondagens. A percepção, no entanto, está clara: para ser reserva e buscar espaço, é melhor seguir em Madri. Endrick só sairá para jogar.
O Real chegou a indicar uma preferência por um clube de LaLiga, visto que, como está há um ano e meio no país, Endrick está a seis meses de conseguir passaporte espanhol. O brasileiro, por sua vez, prioriza outros mercados.
Também pesa a favor do Lyon o fato de ser uma equipe que disputa competições importantes e tem cultura forte de atletas brasileiros.
O técnico português Paulo Fonseca também é visto com bons olhos. Além da facilidade do idioma, o treinador já trabalhou com diversos brasileiros em clubes como Porto e Braga, em Portugal, além dos três anos em que esteve no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia.
Fonte: ge.
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